Em absurda, inaceitável e violadora alteração do patrimônio imaterial do nome da nação de Brazil para Brasil, de 1943 até 2025: 82 anos

POR: Ray Cunha – Jornalista e escritor – Fundador da Ajoia Brasil
O Brazil sempre foi com Z, até 1931, quando, por decreto do ditador Getúlio Vargas tirou o Z e pôs S, para padronizar o idioma, já que a palavra brasa era grafada com S. A língua inglesa manteve o Z porque não sofreu reformas ortográficas, enquanto, no Brasil, a língua portuguesa passou por quatro reformas, todas no século passado. Há a teoria de que Brasil é uma homenagem ao pau-brasil, árvore cor de brasa, abundante no Brasil-Colônia.
Nas ditaduras não é somente cidadãos que são estuprados, mas tudo, incluindo a língua. Atualmente, o Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula da Silva, tenta emplacar expressões como a linguagem neutra: todes, amigues, e presidenta, nós vai etc., na tentativa de estupidificar ainda mais o povão que vive de bolsa-migalha.
Em entrevista à jornalista Arilda Costa McClive, publicada quarta-feira 20 no portal da AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados), Dan Berg, um dos grandes intelectuais brasileiros, lança luz sobre esta questão. Polímata, escritor, autor de Sociedade dos Poetas Vivos e Império do Brazil com Z, pós-graduado em Neurociências, com extensão universitária em Genealogia pela Universidade Mackenzie de São Paulo, Metodologia STEAM pelo British Council, Diplomacia Internacional e Direito Constitucional, Dan Berg é um estudioso de línguas clássicas, geopolítica e ética, membro da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU e da AJOIA Brasil.
Arilda Costa McClive é jornalista, fotógrafa e curadora de artes radicada nos Estados Unidos. Há 20 anos escreve sobre cultura e artes para o Brazilian Times Newspaper. Em 2015, recebeu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Brasileira de New York, por promover a cultura brasileira em nível de excelência. É associada fundadora da AJOIA Brasil.
A certa altura da entrevista Arilda McClive pergunta: Império do Brazil com Z – por que o Z importa? É provocação ortográfica ou declaração política?
Dan Berg responde: “O Z importa porque é a nossa identidade constitucional e milenar. Minha pesquisa revela que o nome deriva da raiz hebraica ברזל) BRZL – Barzel, que significa ferro ou férreo, rígido como ferro, avermelhado em sua incandescência. Esta grafia foi utilizada por milênios em escritas fenícias e celtas — como a ilha de Hy-Brasil — em mapas medievais muito antes de 1500. O termo remete ao metal incandescente, de cor avermelhada, e à rigidez do material.
“Desconstruo aqui um anacronismo: o nome da nação precede o da árvore. O vegetal recebeu esse nome por ser rígido como o ferro e possuir a seiva vermelha como o ferro em brasa. Cientistas mantiveram o S no vegetal apenas para respeitar a grafia da época do registro botânico. Aliás, em 2016, a ciência corrigiu o nome botânico para Paubrasilia echinata, mas, originalmente, a árvore sequer possuía esse nome duplo; era apenas o vegetal que remetia à terra de ferro (Barzel).
“O argumento de que o nome deveria ter S para combinar com “brasa” não se sustenta, pois, até 1943, escrevia-se braza (com Z); ambas foram alteradas na mesma canetada. A mudança do país para S, em 1943, foi uma manobra arbitrária do ditador Getúlio Vargas, por meio de seu séquito de acadêmicos, sem qualquer base etimológica, histórica, étnica, filológica, cultural ou linguística. Foi uma decisão puramente política e sem base técnica, tanto que mantiveram o Z em palavras como azul, natureza, azeite e fazer, expondo uma total incoerência argumentativa imposta sob ditadura, sem consulta ao povo.
“Observem a cronologia:
“Séculos antes de 1500: Cartas marítimas e mapas medievais já registravam o Brazil/Hy-Brasil como a realidade geográfica mapeada do outro lado do Atlântico (a Nova Terra Prometida).
“1824: O nome oficial na Carta Magna (Constituição do Império) é Brazil, com Z.
“1891: Mesmo na era republicana, a Constituição Federal dos Estados Unidos do Brazil mantém oficialmente o Z.
“1943: Ruptura ortográfica arbitrária de Vargas, violando milênios de história e documentos oficiais.
“Portanto, identidade oficial de Brazil, desde antes de 1500 até 1943: 443 anos! Em absurda, inaceitável e violadora alteração do patrimônio imaterial do nome da nação de Brazil para Brasil, de 1943 até 2025: 82 anos. Só por essa comparação de lapso temporal já é possível ver onde está a verdade do nome oficial e original da Pátria Amada. Como o assunto é profundo, os interessados podem me convidar para palestras, nas quais explico esses pormenores com rigor metodológico, pelo WhatsApp 55 (Brazil) 11-97392-4436”.
O verdadeiro Brasil, com Z ou com o S de Getúlio Vargas, o pior mandatário que o Brasil já teve em toda a sua história, mas, pasmem, superado por Lula da Silva, vai além da grafia. Trata-se do Paraíso, a região bíblica da Terra onde a natureza é a grande aliada do homem. Maior província biológica e mineral do planeta, sem cataclismos, com os maiores rios do mundo, extenso litoral e clima tropical e sub-tropical, o Brasil é o único subcontinente do globo a abrigar todas as etnias, todas as religiões e todos os povos, em paz.
Sua tragédia é a maior máfia global, o comunismo, que, como um enxame de gafanhotos, quer reduzir o Brasil a um entreposto de narcóticos a serem embarcados para os Estados Unidos e Europa.
Nossa sorte é que os Estados Unidos – assim como fez durante a Segunda Guerra Mundial, quando salvou o Brasil das garras de Getúlio Vargas e de Adolf Hitler – voltem a nos salvar, desta vez de Lula da Silva, do PT e do Foro de São Paulo.
José Aparecido Ribeiro é jornalista e editor
www.minasconexao.com.br – www.ajoiabrasil.com.br – jaribeirobh@gmail.com – Wpp/Pix: 31-99953-7945
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