“A maior qualificação prévia de Tedros Adhanon Ghebreyesus foi ter sido chanceler da ditadura militar marxista da Etiópia”- Osmar Terra – Deputado Federal, Médico e Neurocientísta

A decisão de retirar os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde no último dia 22 de janeiro não ocorreu por acaso, o alerta do governo Donald Trump, justifica-se por críticas à gestão da pandemia de Covid-19 e à suposta influência da China.
Não foi por acaso também o silencio da imprensa brasileira, alinhada com as pautas progressistas e com as políticas da indústria farmacêutica desde a pandemia da covid. O portal conversou com um dos maiores críticos da OMS no Brasil, o deputado federal Osmar Terra (PL-RS), médico, ex-secretário da Saúde do Rio Grande do Sul durante oito anos, com experiência no combate à epidemia da gripe H1N1.
Terra foi um dos primeiros a alertar sobre os “erros” estratégicos da OMS, logo no início da emergência mundial de saúde em 2020: “Dou meus “parabéns” ao Diretor Geral da OMS, Tedros Adhanon Ghebreyesus, aquele que cometeu tantos erros na pandemia da Covid-19. Ele ignorou os fatos que o tempo mostrou, impediu vergonhosamente o debate cientifico, tentou estabelecer uma opressão sanitária descabida em todo o planeta, e esqueceu que os países ainda são livres para discordar da sua condução politica (não científica)”, ironiza o parlamentar.
Osmar Terra lembra ainda que a maior qualificação prévia de Tedros Adhanon Ghebreyesus foi ter sido chanceler da ditadura militar marxista da Etiópia: “O tempo é o pai da verdade e o senhor acabou com a OMS”, encerra lembrando uma história que nenhum jornalista trouxe a tona até hoje no Brasil…
Os EUA já haviam tentado sair da OMS em 2020, durante a pandemia de Covid-19. Essa decisão foi revertida, mas voltou em 2025, logo no início do novo mandato de Donald Trump. A retirada de funcionários e cooperação técnica é uma prova inequívoca de que a gestão da pandemia foi um fracasso.
Isso por que a OMS falhou na resposta inicial, não compartilhou informações de forma rápida e transparente, e de acordo com os fatos revelados por relatórios apresentados ao Senado Americano, foi influenciada pela política (principalmente da China) e da indústria farmacêutica, que lucrou na pandemia à custas de imposições amparadas pela OMS.
Outro ponto forte foi o custo: os EUA pagaram uma parcela desproporcional do orçamento enquanto outros países grandes contribuíam menos. A resistência da OMS a mudanças estruturais, a falta de transparência e responsabilização, contribuíram para a decisão.
O Governo Trump argumentou ainda que pesou na sua saída da OMS uma decisão política de participar menos de organismos internacionais, e acordos multilaterais, preferindo os acordos bilaterais, o que garante maior soberania daquele país nas decisões estratégicas, afastando os riscos de interferências externas dentro dos Estados Unidos.
José Aparecido Ribeiro é jornalista, editor do Portal Minas Conexão e presidente da AJOIA Brasil
www.minasconexao.com.br – jaribeirobh@gmail.com – www.ajoiabrasil.com.br
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