MINAS CONEXÃO | O eleitor precisa separar popularidade com preparo, o melhor candidato para governar Minas é Mateus Simões e não Cleitinho

Nosso site usa cookies para melhorar e personalizar sua experiência e exibir anúncios. Nosso site também pode incluir cookies de terceiros como Google Adsense, Google Analytics, Youtube. Ao utilizar o site, você concorda com o uso de cookies. Atualizamos nossa Política de Privacidade. Por favor clique no botão para verificar nossa Política de Privacidade.

O eleitor precisa separar popularidade com preparo, o melhor candidato para governar Minas é Mateus Simões e não Cleitinho

Cleitinho não convenceu ninguém que tenha um mínimo de honestidade intelectual que possui a experiência executiva e a firmeza de gestão exigidas para ser Governador de Minas Gerais 

Imagem feita por IA

Minas Gerais se aproxima das urnas diante de uma escolha que exige mais do que simpatia por um candidato ou rejeição a outro. Governar um estado de 853 municípios requer capacidade de decisão, equilíbrio diante de crises, conhecimento da administração pública e uma equipe capaz de transformar promessas em resultados.

É por esses critérios que os candidatos precisam ser examinados, e não pela popularidade ou simpatia. Cleitinho Azevedo lidera as pesquisas recentes. Seu desempenho revela uma conexão real com eleitores que se sentem pouco ouvidos pela política tradicional. Mas isso não quer dizer que esteja preparado para governar Minas Gerias.

O senador sabe traduzir indignações em vídeos de grande alcance e críticas de efeito imediato, sua marca desde que deixou a banca de verdura em Divinópolis-MG para o Legislativo Municipal, posteriormente o Legislativo Estadual e pôr fim ao Senado da República, escancarando um modelo eleitoral que avalia a popularidade e não a capacidade intelectual e competência administrativa.

A questão é se essa habilidade (populista) prepara alguém para chefiar o Executivo mineiro. Na minha avaliação, na de quem tem bom senso e na avalição do Filósofo Grego Platão, não prepara. Há uma diferença entre denunciar um problema e responder por sua solução. Um governador precisa escolher prioridades sob pressão, negociar com instituições, com o Legislativo Estadual, com o presidente da República, administrar recursos limitados e sustentar decisões mesmo quando elas não rendem aplausos na internet.

Cleitinho não convenceu ninguém que tenha um mínimo de honestidade intelectual que possui a experiência executiva e a firmeza de gestão exigidas por essa função. Ao contrário, vacila muito mais do que convence. É uma crítica política ao que sua candidatura apresenta, e o eleitor tem todo o direito de cobrar respostas mais consistentes, pelo menos os que possuem algum discernimento. Não me refiro à maioria cujo coeficiente de inteligência (QI) é de 87. (Sugiro pesquisar o significado disso no Google ou na IA).

Com efeito, o próprio senador relatou que o luto pela morte do irmão o deixou sem condições emocionais de iniciar a campanha. Sua perda merece respeito. Mas a declaração nos permite fazer algumas conclusões sobre sua capacidade de governar. Mais do que isso, o seu comportamento carece de uma avaliação psiquiátrica honesta, com distanciamento científico: Não é preciso ser especialista para concluir que Cleitinho não “bate bem.”

Por suas demonstrações pública, falta a ele equilíbrio, falta serenidade, falta capacidade de decisão para conduzir Minas nos momentos difíceis. Portanto, na minha modesta opinião de jornalista e cidadão, com algum conhecimento de psicologia que três faculdades e a vida me deram, ele é um perigo iminente para a paz do Estado de Minas Gerais.

E é exatamente por isso que acredito no nome de Mateus Simões como o melhor candidato, o que reúne as principais condições de assumir novamente o mandato. Sua experiência como vereador, professor, sua participação na administração estadual e o exercício do governo desde 2020 como vice, e desde março de 2026 como mandatário, oferecem ao eleitor uma base concreta para avaliar seu preparo.

Isso não o dispensa de apresentar resultados e responder por falhas, tampouco de não ser simpático com o eleitorado que enxerga nele um político fechado, pouco afeito a bajulações, como a maioria. Significa que sua candidatura deve ser julgada pela experiência direta com as responsabilidades do cargo e pelo seu legado como governador.

Pesquisas registram intenções de voto em determinado momento; a escolha de quem governará o estado continua aberta e pertence a cada mineiro, os que tem condições de fazer julgamento crítico, e não precisam de orientações, e os que não tem, e necessitam de claridade. O povo infelizmente não possui a lucidez necessária para escolhas responsáveis.

Faltam poucos dias, e quem está enxergando o precipício que se aproxima com uma possível vitória de Cleitinho, precisa arregaçar as mangas e agir, defendendo o que é defensável: Mateus Simões é o melhor candidato ao cargo que já ocupa, o de Governador de Minas Gerais.

José Aparecido Ribeiro é jornalista e editor – Presidente da Ajoia Brasil – Ex-presidente da ABIH-MG e da Abrajet-MG.  www.minasconexao.com.br – www.ajoiabrasil.com.br

Fortalecendo o jornalismo independente, você está defendendo a democracia e convidando a militância de redação a exercer com ética e respeito a profissão: Doe, compartilhe, anuncie e sugira pautas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias relacionadas