Foi num 7 de setembro a primeira transmissão radiofônica oficial por Epitácio Pessoa; a Alemanha despejou na cabeça dos Londrinos toneladas de bombas; instituído o dia do ar limpo e Hércules foi flagrado na Afonso Pena a caminho do desfile

Enfim, as manhãs de setembro. A primavera se aproxima, trazendo a estação das flores e a renovação da vida, marcada pela transição entre as temperaturas frias do inverno e as elevadas do verão. Quisera o destino que fosse nessa estação a data de nossa emancipação pelo Grito do Ipiranga, em 1822.
Uma independência que começou bem antes do grito. Necessário o registro de que o pomo amadureceu em 2 de setembro, com Maria Leopoldina, exercendo a regência no Rio de Janeiro, enquanto D. Pedro viajava para São Paulo.
Presidindo o Conselho de Governo, ela e José Bonifácio recomendam que o príncipe promova o rompimento com Portugal, enviando correspondência expondo toda a situação e pressionando-o a agir.
Em 7 de setembro, o mensageiro Paulo Bregaro, acompanhado do major Antônio Ramos Cordeiro, alcançou a comitiva de D. Pedro naquela tarde, nas proximidades do riacho do Ipiranga. Ao tomar conhecimento das determinações de Portugal e das recomendações de sua regente, D. Pedro promove a Proclamação da Independência da Pátria Amada Brasil.

O desenhista, pintor, professor e escritor Pedro Américo condensou toda essa história em uma única cena, na famosa obra “Independência ou Morte!”, uma gigantesca pintura a óleo, 4,15 m de altura por 7,60 m de largura, exposta no Salão Nobre do Museu do Ipiranga (Museu Paulista da USP), em São Paulo/SP.
Em 7 de setembro de 1922, durante as comemorações do centenário da Independência, ocorreu no Rio de Janeiro/RJ a primeira e histórica transmissão radiofônica oficial do discurso do presidente Epitácio Pessoa.

Em 7 de setembro de 1940, a Alemanha nazista iniciou a grande campanha de bombardeios aéreos contra a capital inglesa, chamada de Blitz sobre Londres.
Hoje é o Dia Internacional do Ar Limpo para um Céu Azul, proposto pela Coreia do Sul e instituído pela Assembleia Geral da ONU no ano de 2019, lembrando que a poluição atmosférica desconhece fronteiras e que respirar ar saudável é essencial à vida.

Em 7 de setembro de 1977, caminhava eu com meu saudoso pai, Affonso, pela Avenida Afonso Pena, dirigindo-nos para assistirmos ao desfile militar, minha paixão desde tenra idade, quando um fotógrafo de rua, muito comum naquela época, fez este registro, no qual se vê que paraquedista anda de passo certo. No ano seguinte, realizei meu sonho, desfilando fardado e armado ao som do dobrado sob os olhos dele e aplausos da multidão
https://youtu.be/ARkn_oaWFIk?si=K1DVGi4hrUtPnh9N
*Hércules Oliveira – Oficial da Reserva do Exército Brasileiro – Professor da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – Delegacia Minas Gerais e articulista do Portal Minas Conexão – Coluna das segundas-feiras.
José Aparecido Ribeiro é jornalista e editor
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Luz verde Pqdt, a porta!!!
Luz verde Pqdt, a porta…………….!!!
Em 7 de setembro de 1977, a postura do MESTRE HÉRCULES já era notoriamente visível, postura esta, que inspira até os dias atuais. Que orgulho dado a esse pai, e também àqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo além da marcha.
Deus acima de tudo, Brasil acima de todos!🇧🇷
Hoje, mais do que nunca, é um dia especial. Salve a nossa Pátria amada, Brasil!