Que camiseta é essa, minha gente? Da Hering? Da Hugo Boss? Ou reciclaram a cinta do macacão de Vladimir Herzog? A corda de Tiradentes?

Por: Walter Navarro (*)
“As famigeradas “bets”, apostas “on-line” no Brasil, estão em polvorosa para descobrir quem confundiu o Sicário do Vorcaro com um mero Aitolá ou Guia Supremo.
Para mim foi o bom, velho e infalível MacGyver. Sim, só ele para conseguir enforcar alguém com uma camiseta, no prédio da Polícia Federal. Um luxo! Que camiseta é essa, minha gente? Da Hering? Da Hugo Boss? Ou reciclaram a cinta do macacão de Vladimir Herzog? A corda de Tiradentes?
E se foi com uma cueca Zorba? Eu usaria uma calcinha! Mas não qualquer uma. Tinha que ser uma calcinha Exocet, de couro e fio dental, usada pela Canja, pela Dilma, pela Jandira, Marina Silva, Benedita, Gleisi, Lindbergh Farias ou Rogério Correia! Elas já vêm envenenadas. Asfixiam até balão de oxigênio!
Chuuuuuuupa, Covid!
Quem será o mordomo desta história meio Agatha Christie, meio Sherlock Holmes, Janete Clair e Gilberto Braga? O mesmo que matou Odete Roitman, Miguel Fragonard e Salomão Hayalla?
Dizem as más línguas de Matilde que foi o mesmo Keyser Söze que matou Celso Daniel, Toninho do PT, PC Farias, Teori Zavascki, Ulysses Guimarães e Marielle Franco….
Como diria o Capitão Renault (Claude Rains) no fim do filme “Casablanca” (1942): “Prendam os suspeitos de sempre”… Mais ou menos como fez o São Ministro do STF, André Mendonça.
Toda vez que tomo banho, dia 9 de outubro, ao cair o sabonete, pergunto-me: Ora (direis) ouvir estrelas, quem matou os dois JK, John Kennedy e Juscelino Kubitschek? Foi João Pessoa, Carlos Lacerda, João Goulart, Tancredo Neves? Jamais saberemos!
Mais fácil é perguntar, por onde andará Stephen Fry?
Não gosto de “fake news” e teorias da conspiração, muito menos de verdades e mentiras sinceras. Por mim, eu prenderia e arrebentaria todas, dia 8 de janeiro. Como estes dentistas e taxistas golpistas, genocidas e fascistas contra o Estado Democrático de Direito. Eles merecem mesmo é apodrecer na Tonga da Mironga do Kabuleté!
Mas, tadinho de mim! O que posso fazer? Sou apenas um rapaz latino-americano, encostado no INSS, sem dinheiro no banco Master, sem cartão corporativo, sem parentes importantes, sem pai ladrão e vindo de Barbacena. Um aluno Nota 0 da escola de samba, Acadêmicos de Niterói.
Tirando uma mulher aí, cujo olhar mata mais do que bala de carabina, veneno estricnina, peixeira de baiano; atropelamento de automóver e bala de revórver; só sei quem matou Caim, Jesus e John Lennon.”
(*) Walter Navarro é jornalista, escritor e articulista – Filiado à Abrajet-MG e fundador da Ajoia Brasil
José Aparecido Ribeiro é jornalista e editor
www.minasconexao.com.br – www.ajoiabrasil.com.br – jaribeirobh@gmail.com – Wpp/Pix: 31-99953-7945
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Nota 1000, divertido e realista.
Parabéns pela maneira bem humorada de comentar sobre as mazelas que afetam o Brasil, que aos poucos está acordando e se levantando do berço esplêndido. É provável que os “petralhas” recebam prêmio Nobel por despertarem um gigante. E tragicômico.