MINAS CONEXÃO | Verossimilidade não é mera coincidência, mesmo assim têm jornalistas passando pano

Nosso site usa cookies para melhorar e personalizar sua experiência e exibir anúncios. Nosso site também pode incluir cookies de terceiros como Google Adsense, Google Analytics, Youtube. Ao utilizar o site, você concorda com o uso de cookies. Atualizamos nossa Política de Privacidade. Por favor clique no botão para verificar nossa Política de Privacidade.

Verossimilidade não é mera coincidência, mesmo assim têm jornalistas passando pano

Onde estão as diferenças no modus operandi dos esquerdistas venezuelanos e os brasileiros? ou elas não existem?

Foto: Maduro e Lula da Silva – Reprodução Agência Brasil

A maioria dos jornalistas, intelectuais e artistas brasileiros são militantes de esquerda, alguns por conveniência e a maioria por alienação. Eles não conseguem deixar o espírito universitário de lado, agindo como profissionais. Não explicam de forma racional e objetiva, por exemplo, a razão da imprensa ter acesso à Faixa de Gaza, ao Afeganistão, mas não poder entrar na Venezuela.

Nicolás Maduro foi capturado pelos EUA, em ação cinematográfica, mas se diz democrata. Fosse de fato um democrata como prega, não teria fechado suas fronteiras para jornalistas internacionais. Se não tivessem nada a temer, os chavistas teriam convocado a imprensa mundial para mostrar que sua soberania está sendo atacada.

Mas todo mundo sabe que eles, assim como a maioria dos esquerdistas, mentem descaradamente, sem perder a pose, acusam seus opositores do que praticam, não possuem qualquer escrúpulo e nem tampouco humanidade, espírito de solidariedade. São a encarnação do mal. Mas posam de santos.

Os que defendem o chavismo, incluindo a imprensa brasileira, os artistas e os intelectuais, aliados dos malandros que se dizem democratas, são da mesma laia, especialmente os que tomaram o poder no Brasil pela manipulação das urnas em 2022, e posteriormente criaram a fantasia do golpe de 8 de janeiro, que eles mesmo forjaram, incluindo o ex ministro da Justiça, hoje membro da primeira turma do STF. Golpe que é sustentado diuturnamente na narrativa de jornalistas obedientes, automatos.

São todos corruptos, inescrupulosos que, em nome do poder, agem justificando os meios, ainda que eles sejam abomináveis. Mais uma vez, a imprensa é cúmplices e participe de toda a farsa, onde reinou e reina a barbárie, aqui, na Venezuela e em qualquer parte do mundo onde tiranos posam de estadistas e se vendem como defensores da liberdade e da democracia.

Aliás, coitada da democracia que virou expressão vazia, pura falácia. Até Nicolás Maduro, Lula da Silva, e outros tiranos da mesma espécie, como Alexandre de Moraes, usam o termo para justificar o modus operandi das suas ações, todas com marcas carimbadas de ditadores. Falam de liberdade e de democracia da boca para fora, quando de fato são carniceiros e não toleram concorrência ou contrariedade.

É assim e sempre foi em qualquer regime totalitário do planeta, em qualquer tempo da história. Prendem seus desafetos, desrespeitam direitos, mentem para as massas, criam narrativas convincentes e continuam acusando os outros dos que eles são. Façam o que eu falo e não o que eu faço. O tratamento dado aos desavisados que entraram inocentemente, feito boiada na Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, é prova incontestável disso.

O jornalismo universitário sustentando a farsa

O espírito estudantil da década de 80 segue sendo a referência para grande parte dos jornalistas que foram doutrinados nos últimos 50 anos, incluindo os gate keepers, que não aparecem, mas produzem o conteúdo dos veículos de imprensa, não disfarçando mais o alinhamento ideológico que tomou o lugar do profissionalismo e hoje cumpre a tarefa de assessoria de imprensa chapa branca, e de soldados obedientes do sistema. Foi assim em 1939 com a máquina de propaganda nazista. Foi assim na Venezuela nos últimos 40 anos, e é assim no Brasil, nos últimos anos, sobretudo com o advento da pandemia, quando foram abduzidos e cumpriram a missão de transformar ciência em ideologia.

O alinhamento dos veículos, sobretudo os televisivos é patético. Até as frases são repetidas no intuito de desinformar a população que ainda assiste ao noticiário da TV aberta. Na grade da propaganda que sustenta a farsa, os mesmos anunciantes oficiais. Não há mais disfarce, são as mesmas propagandas, veiculadas pelas mesmas agencias e as notícias repetidas, subestimando a população e escancarando o desserviço de quem jurou compromisso com a verdade e com a deontologia do jornalismo. Virou piada no Brasil o papel da velha imprensa.

As notícias respeitam uma lógica arranjada, de modo a parecer verdade informações de pesquisas manipuladas, estatísticas que não representam a realidade como as que são divulgadas pelo IBGE (hoje puxadinho do PT) e outros Institutos de pesquisas que manipulam informações sem o menor pudor, de acordo com o interesse de quem contrata. Pesquisas são encomendadas ao gosto do freguês. Já deveriam ter sido proibidas há tempos, pois interferem nas decisões de minhões de incautos que possuem Qi de macacos.

As notícias estão sendo plantadas com objetivos subliminares veiculadas em bloco nos principais telejornais, fazendo parecer samba de uma nota só, verdade absoluta, tudo patrocinado com o dinheiro do contribuinte que paga para ser enganado. O que assistimos na Venezuela é exatamente o que estamos vivendo no Brasil desde 2020.

Domínio da Suprema Corte, que prende e cassa mandatos de deputados; acusa jornalistas que não obedecem as ordens do sistema, obrigando vários deles a se refugiarem em outros do países. O Congresso brasileiro virou um balcão de negócios escancarado e não tem mais poder de manter o equilíbrio, os freios e contra pesos entre os poderes.

Trata-se, com honrosas e raras exceções, de antros dominados gangsteres que usam tráfico de influência para interesses escusos. A suprema corte e o núcleo duro do executivo estão alinhados para manter o establishment. Vale tudo. Vale manter todos os principais opositores da esquerda presos ou exilados, exatamente como na Venezuela. Não enxergar isso é desonestidade intelectual ou cumplicidade.

Ao que parece, o sistema eleitoral foi escandalosamente fraudado em 2022, isso porquê as urnas não conversaram com as ruas na eleição que escolheu o presidente. Quem ousou questionar, está preso ou respondendo a processos por golpe ou incitação à violência. O noticiário da imprensa (CONSÓRCIO) é praticamente composto por notícias ruins, desgraças, notícias malfazejas, levando a população ao desespero, pintando uma realidade que apavora, através de programação que, diuturnamente mostra o terror, e cujo protagonismo é do crime organizado, bandidos transformados em ícones. Uma forma de manter a população amedrontada, reclusa.

O aparelhamento das polícias, sobretudo a Polícia Federal é explícito. Ela age sob dois pesos e duas medidas, salvo exceções, em casos cujos profissionais não se submetem a arranjos políticos e nem se permitem cumprir ordens ilegais. Não existe mais contraditório e liberdade de expressão, vale somente o que é bom para o sistema. Assistimos a censura escalar, inclusive nas redes sociais.

A fuga de investidores e de empresários não é noticiada, assim como o êxodo populacional que segue sendo ignorado. Quem pode, está deixando o país e se refugiando onde existem democracias, sobretudo os Estados Unidos.

As cidades pararam no tempo. A infraestrutura deficitária agrava os problemas de mobilidade, e a pobreza extrema não pode ser mais escondida, sobretudo nos grandes centros, apesar das mentiras encomendadas pelo governo em troca de jabás e anúncios, mentindo sobre a diminuição da miséria.

Novamente o que se vê na tv não se confirma nas ruas. Ou seja, a mentira e a enganação tomaram conta do noticiário, o televisivo especialmente o que entra na casa da população menos informada. Tudo exatamente como aconteceu na Venezuela e era negado pelo governo chavista e seus aliados, incluído Lula da Silva.

Mesmo assim intelectuais, acadêmicos e jornalistas famosos defendem Nicolás Maduro e a soberania Venezuelana. Pergunto a eles: Onde preferem morar? Na Venezuela, em Cuba, na Coreia do Norte ou nos Estados Unidos? Qualquer verossimilhança do que virou a Venezuela e para onde caminha o Brasil, não é mera coincidência…

José Aparecido Ribeiro é jornalista e editor

www.minasconexao.com.brjaribeirobh@gmail.com – Pix/Wpp: 31-99953-7945

Fortaleça o jornalismo independente, anunciando, sugerindo pautas, e doando!

2 Comments

  • A primeira coisa que me permito sugerir, é que esse jornalista José Aparecido aprenda a Lingua Portuguesa. É lamentável constatar que o referido jornalista cometa erros grosseiros de concordância tais como “a maioria foram”etc… Não aguentei ler o texto todo, porém verifiquei uma inverdade quando o jornalista afirma que na Faixa de Gaza é permitida a entrada de jornalistas. Tanto não é que isto é uma constante queixa do jornalismo internacional. Infelizmente a Internet permite que se escreva as maiores barbaridades e inverdades, mas não temos como evitar. Finalmente, antes que eu seja mal interpretado informo que JAMAIS votei em qualquer candidato do PT, o que não faz de mim um bolsonarista de modo algum.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias relacionadas