A Caminhada pela Justiça e Liberdade é um protesto simbólico contra prisões arbitrárias relacionadas ao 8 de janeiro de 2023

O Deputado Federal Nikolas Ferreira (PL-MG), e seu colega parlamentar Gustavo Gayer (PL-GO), iniciaram na tarde desta segunda-feira (19/01) uma marcha a pé até Brasília, cujo objetivo é de mobilizar a opinião público sobre as injustiças praticadas por ministro do STF, membros da PGR e do governo federal.
Ministros são protagonistas de uma verdadeira caça às bruxas contra quem é simpatizante da direita brasileira, movimento que nasceu com a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018. Alguns deles tomaram para si uma cruzada contra quem não é de esquerda, e desde 2021, perseguem o ex-presidente, implacavelmente.
Tudo começou com a indicação do ex-diretor da Polícia Federal, Alexandre Ramagem. De lá para cá, não parou mais, e a intentona inclui interpretações pessoais sobre o que é ou não constitucional. Agem como soberanos, e encontram respaldo na corte que tratam como suas próprias casas e claro, respaldo da imprensa militante.
As arbitrariedades ocorrem debaixo dos ouvidos moucos e conivência de um Congresso Nacional apático e de cócoras, que não reage. O STF virou um partido aliado do Palácio do Planalto e do presidente alçado, com o apoio da Procuradoria Geral da República e partidos de esquerdas com feudos – ministérios – dentro do governo.
Uma Marcha por Justiça e Liberdade
A marcha, iniciada ontem, segunda-feira (19/01) não recebeu da imprensa a atenção merecida, mas cresce nas redes sociais e promete sacudir Brasília no próximo domingo. O ato político com caráter simbólico, organizado pelo deputado mineiro e apoiado por correligionários, não é uma peregrinação comum, é uma tentativa de despertar o povo amedrontado, em estado de letargia.
O Movimento começou em Paracatú, na divisa de Minas com o estado de Goiás, onde o Deputado Gustavo Gayer e populares revoltados, aderiram à caminhada que tem como destino a Capital Federal no domingo. De Paracatu o protesto pacífico segue pela BR-040 até Brasília, num percurso que soma 240 km.
A previsão é que a caminhada termine na Capital Federal, seguida de uma manifestação, fora da área de segurança da penitenciária da Papuda, onde os presos políticos estão encarcerados. Trata-se de uma manifestação de protesto, batizada de “Caminhada pela Justiça e Liberdade” contra PRISÕES INJUSTAS relacionadas aos eventos de 8 de janeiro de 2023 e, as arbitrariedades sofridas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, vítima de um assassinato à conta gotas sob custódia do Estado Brasileiro.
Além disso, o ato é uma crítica a decisões do Judiciário, e o papel do governo federal, que vem promovendo perseguições políticas e fragilizando garantias constitucionais. Será um ato pacífico e simbólico de mobilização política, é também um chamado à “consciência nacional”, à justiça e à defesa da liberdade de expressão e de participação política.
Carta Aberta do Deputado Nikolas Ferreira

Nikolas Ferreira publicou uma carta aberta explicando que a caminhada não é um gesto de vaidade nem um “remédio” milagroso para resolver problemas do país, mas um ato que visa chamar atenção e mobilizar apoiadores. Ele enfatiza que será uma marcha ordeira e pacífica, sem intenção de gerar desordens ou substituir instituições democráticas.
Em vídeos e postagens, Gustavo Gayer também descreveu a iniciativa como pacífica, afirmando que ela carrega uma mensagem sobre abusos de poder e a necessidade de reação da sociedade frente ás ameaças às liberdades políticas e perseguições inaceitáveis.
Posicionamento da AJOIA Brasil
A Ajoia Brasil – Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados, recentemente publicou Nota à Sociedade alertando para os abusos de ministros do STF contra um ex-presidente da República eleito democraticamente, e os riscos que ele corre, pois sua prisão e tratamento é ato de injustiça, excepcionalidade jurídica, desumanização e sobretudo um assassinato a conta gotas, inadmissível em qualquer país que se diz democrático.
Para jornalistas da AJOIA Brasil, o ex-presidente e todos os presos políticos que caíram em uma emboscada no dia 8 de janeiro, promovida por militantes da esquerda, incluindo membros do alto escalão do atual governo, que, inclusive, ocupam cadeira no STF hoje, estão sendo vítimas de perseguição política e tentativa de linchamento público, com risco de vida.
A Constituição garante a todos os cidadãos direitos fundamentais que estão sendo relativizados ou desconsiderados. É dever do bom jornalista o devido distanciamento dos fatos e a denúncia de injustiças ou arranjos sórdidos com fins ilícitos.
A entidade segue acompanhando a manifestação pacifica e trazendo informações sem viéses partidários ou militância ideológica, e conclama os jornalistas autônomos a exercerem sua profissão com o sentimento de missão e dever cívico, não admitindo qualquer constrangimento ao exercício do jornalismo.
José Aparecido Ribeiro é jornalista, editor e presidente da AJOIA Brasil.
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Todo o meu apoio, solidariedade e orações vão para o Nikolas Ferreira, Gayer e os demais que estão aderindo a essa marcha contra a Mentira e a Tirania. Esses canalhas precisam parar!
Acorda Brasil!!!
“ah se vocês soubessem o poder que vocês tem”