MINAS CONEXÃO | Ministro da Saúde ameaça médicos e esquece do tratado de Helsínque

Nosso site usa cookies para melhorar e personalizar sua experiência e exibir anúncios. Nosso site também pode incluir cookies de terceiros como Google Adsense, Google Analytics, Youtube. Ao utilizar o site, você concorda com o uso de cookies. Atualizamos nossa Política de Privacidade. Por favor clique no botão para verificar nossa Política de Privacidade.

Ministro da Saúde ameaça médicos e esquece do tratado de Helsínque

O Brasil é o único país do mundo a exigir inoculação com injeção mRNA contra covid. Europa, EUA, Canadá, Japão e Austrália covid é coisa do passado

Foto: Injeção mRNA – Freepik

 

A avalanche de reações às manifestações do Ministro da Saúde de Lula sobre plano para tentar recuperar a credibilidade das vacinas, é em vão. O governo sabe que a população já percebeu os efeitos nocivos, sobretudo das chamadas “vacinas” mRNA, questionadas e proibidas na Europa, Japão, Austrália e nos EUA. Mas que continuam obrigatórias no Brasil, inclusive para bebês e crianças de até 5 anos.

O Brasil é o único país do mundo a exigir inoculação com injeção mRNA. Alexandre Padilha não está interessado na saúde do povo, ele é apenas um soldado do projeto de dominação da esquerda Latino Americana, por meio de narrativas, que desta vez coloca em cheque a autonomia médica e a saúde da população desinformada, o que é maioria.

O ministro de Lula faz o que é esperado de um integrante de um governo cujo principal projeto é o da revolução cultural Gramscista. Está tudo escrito lá na cartilha que ensinou a esquerda na tomada do poder, cujos fins é sempre o mesmo, e justificam os meios. Lembra daquela fala que “eleição a gente não ganha, a gente toma?”

Uma das poucas coisas que a esquerda não está alinhada diz respeito à pandemia da covid-19. Nem os esquerdistas norte-americanos do partido Democrata, conseguem mais esconder a farsa que foi a pandemia. Lockdowns, máscaras e vacinas inúteis, um verdadeiro embuste experimental de engenharia social, menos um problema exclusivo de saúde, como dizem.

Nos EUA as injeções contra covid é coisa do passado. Ninguém é obrigado a tomar vacina que não protege, não impede a transmissão e que deixa sequelas graves, eventualmente até a morte. Só no Brasil isso é possível, ainda. Até porque, em nenhum lugar do mundo, infecção por covid em pessoas com boa saúde, é motivo de preocupação. Aqui também não é, mas criam narrativas para sustentar que a covid ainda é uma ameaça. Mentira deslavada.

As centenas de milhares de mutações que o vírus sofreu em 5 anos fizeram ele ser comparado hoje de fato a uma gripezinha. Sobretudo para quem não se deixou inocular por produtos gênicos e goza de boa saúde, não sofrendo dos efeitos negativos da proteína Spike. Com efeito, até hoje as injeções não foram reconhecidas pelo governo brasileiro como vacinas. Se você não sabe, leia a bula ou se informe sobre a Nota Técnica que sustenta as injeções, e que não têm efeito de lei.

Em nenhum outro lugar do planeta, onde a ciência é levada a sério, um indivíduo é coagido a injetar substância experimental no próprio corpo, seja ela qual for. O que está acontecendo de fato é que a maioria das pessoas têm um, ou vários casos para contar sobre efeitos adversos das injeções mRNA.

O Brasileiro é passivo, manso, mas não é idiota, sabe fazer exercício de logica, ainda que intuitivamente. Qualquer imbecil que não está a serviço dos projetos de dominação ideológica, que não tenha conflitos de interesse, como a maioria dos médicos que defendem cegamente a Pfizer, sabe que existe sim reações indesejáveis na saúde de quem se inoculou com os experimentos de mRNA. Basta honestidade dos que estão vendo aumento expressivo nos casos atribuídos à proteína Spike, através do nexo causal.

A reação do ministro não é contra médicos que rejeitam a tecnologia e sustentam a tese de que ela prejudica a saúde humana, mas a queda vertiginosa de adesão ao Plano Nacional de Imunização – PNI, provocado pelas reações adversas que a população está percebendo sem que ninguém tenha que dizer para ela o que está acontecendo, se não a observação empírica da realidade: mortes inexplicáveis dentro de casa ou muito perto, no círculo social.

Por causa das reações e sequelas das injeções covid, todo o plano (PNI) está sendo comprometido. O governo precisa de um bode expiatório e vai atrás dos médicos que estudam e descobriram os malefícios das injeções mRNA, que de concreto só beneficia seu fabricante: Hoje apenas a Farmacêutica Pfizer. Você já se perguntou por que as outras desapareceram? AstraZeneca, Janssen, Coronavac

Nunca se viu tantas mortes de pessoas sem problemas aparentes de saúde. Jovens, atletas, pessoas que gozavam de saúde perfeita e que tomaram a “vacina” contra a covid estão morrendo subitamente ou tendo reações inexplicáveis.

Afinal, quem são os negacionistas dos fatos? Veja o caso da Nigéria, país africano cuja população ultrapassa 215 milhões de pessoas. Lá, durante toda a pandemia, acredite, ocorreram 3.600 mortes por covid. Bastaria que a lógica fosse utilizada para comprovar que as drogas reposicionadas que utilizadas compulsoriamente na Nigéria, possuem eficácia contra o vírus da covid, e vários outros.

Drogas que se utilizadas adequadamente, profilaticamente, teriam salvado a vida de milhares de brasileiros que ficaram em casa e não puderam, por orientação de “especialistas” e da imprensa (consórcio), estes sim negacionistas, ficaram em casa até faltar ar nos pulmões. Deixaram de utilizar a Ivermectina e a Hidroxicloroquina, aliadas a outros fármacos, e teriam sido salvos, a exemplo de pacientes dos médicos que estão sendo atacados pela maior fábrica de desinformação do planeta, a velha imprensa, a serviço de governos tiranos.

Não me surpreende a reação do ministro e suas ameaças, essa prática já vem sendo testadas há pelo menos 40 anos, e fazem parte do plano de dominação Granscista. O que me deixa perplexo e enojado é o alinhamento de jornalistas que fizeram juramento quando colaram grau, prometendo honrar a profissão que tem, como princípio, justamente o contraditório. Se existem médicos que garantem, por meio de estudos, que há sim efeitos negativos das vacinas experimentais, por que não ouvi-los, promovendo o debate com aqueles que pensam diferente?

A ciência não é dogma, até por que a história nos dá exemplos, e um deles é o da Talidomida. Precisou que centenas de pessoas pagassem com a própria vida para que a ciência desse um passo atrás e reconhecesse seu erro. Para ser ciência é necessário lembrar de Aristóteles: Tese/Antítese e Síntese, que são possíveis somente através do debate livre, proibido no Brasil.

No lugar de críticas e descredenciamento cego daqueles que não se curvam, o jornalismo responsável deveria estimular o contraditório. Governantes, sobretudo os de esquerda, são movidos pela moral política, que não é a dos homens de bem. Nega-se a verdadeira ciência em benefício de uma narrativa que se impõe, e quem não aderir, é inimigo. Isso não é democracia.

Assistimos o governo Lula se apropriar da ciência, sufocar a crítica, relativizar a medicina por evidências e ameaçar quem não obedece, numa prova inequívoca de que o Brasil vive sob uma tirania disfarçada de democracia. Devo lembrar que não se proíbe médicos com diplomas reconhecidos no Conselho Federal de Medicina a buscar alternativas e exercer livremente a profissão.

Tampouco se proíbe os estudos e a visão divergente. A autonomia médica é resguardada em tratados internacionais como o de Helksink e de Nuremberg. Infelizmente o Brasil vive momentos de exceção, e os tratados internacionais, a Constituição e as leis são interpretadas ao bel prazer de quem governa o país ocasionalmente.

Cabe a classe médica se unir e não permitir que narrativas, interesses ideológicos e a sanha pelo poder, sejam maiores do que o seu juramento hipocrático. O Brasil não precisa de políticos, e não pode abrir mão da liberdade no exercício da profissão do médico. Fica o repúdio a qualquer tipo de ataque e tentativa de subjuga-los.

Por fim pergunto ao Ministro da Saúde e aos jornalistas militantes qual o critério que eles usam para dar mais valor às opiniões, mestrados e doutorados daqueles médicos e cientistas que são a favor das injeções experimentais de mRNA? Não seria muita pretensão achar que uns têm mais valor do que os outros, considerando que todos passaram por bancas examinadoras criteriosas e obrigatoriamente comprometidas com a ciência?

Uma coisa posso garantir após assitir mais de 150 horas de estudos e trabalhos acadêmicas de cientistas e médicos de 27 países que participaram dos três Congressos Mundiais sobre COVID que, na condição de jornalista, acompanhei do início ao fim: Todos que apresentaram comprovações dos malefícios das injeções mRNA, que somam mais de 14 mil estudos, declararam NÃO possuir conflitos de interesses. O mesmo não podemos dizer dos que a defendem.

Fica uma sensação de que os saberes são seletivos, com dois pesos e duas medidas. A boa ciência não faz distinção, se não a das evidências, que neste caso são abundantes. Os defensores das “vacinas” nao são melhores do que os que mostram por nexo causal, evidências robustas e experiência clínica, de que elas são prejudiciais à saúde. Por isso a necessidade do debate incessante, negado pela imprensa e pelo governo. No lugar do debate, as ameaças, o cancelamento e o desrespeito a profissionais que estudam e garantem o que estão afirmando.

José Aparecido Ribeiro é jornalista e editor. Único jornalista brasileiro que participou integralmente de três Congressos Mundiais sobre Covid-19 como âncora e mestre de cerimônia. Presidente da Associação Brasileira de Jornalistas Independentes – AJOIA Brasil

www.minasconexao.com.brjaribeirobh@gmail.com – Wpp: 31-99953-7945

Fortaleça o jornalismo independente, compartilhe, sugira pautas, divulgue e doe!

1 Comment

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias relacionadas