MINAS CONEXÃO | Associação Comercial de Minas repudia aprovação do Fundo Eleitoral na LOA de 2022

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Associação Comercial de Minas repudia aprovação do Fundo Eleitoral na LOA de 2022

Em decisão colegiada, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas – ACMinas, protesta contra o Fundo Eleitoral aprovado pelo Congresso Nacional nesta terça-feira (21)

Foto: Acervo – PSDB – Senadores: Antonio Anastasia, Carlos Viana e Rodrigo Pacheco

A ACminas é uma das entidades mais importantes do setor empresarial mineiro e completou neste mês de dezembro 120 anos de existência. A entidade que foi fundada por Teófilo Domingos Alves Ribeiro em 1901, é comandada hoje pelo advogado José Anchieta da Silva, e sempre esteve presente nos momentos decisivos da história da capital, de Minas Gerais e do Brasil.

Segue em primeira mão, a carta aberta de repúdio que será veiculada nos principais jornais do país amanha dia 24 de dezembro de 2021. Carta endereçada ao presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado Federal Arthur Lira (PP-AL), e ao povo brasileiro.

Carta aberta de repúdio da ACMinas contra aprovação do Fundo Eleitoral

A Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) expressa, veementemente, preocupação com a aprovação pelo Congresso Nacional da Lei Orçamentária Anual (LOA) da União para o ano de 2022, nos termos em que foram postos.

Um país em crise sanitária e com economia em extrema dificuldade, ainda fragilizada, não pode aceitar com passividade a destinação de bilhões de reais o Fundo Eleitoral e as Emendas de Relator, enquanto na iniciativa privada perduram os rigores causados pela pandemia.

Tempos difíceis em que empresas e cidadãos foram compelidos a continuar contribuindo para mitigar profundos danos, seja reduzindo despesas, consumo, salários e benefícios, seja eliminando postos de trabalho e, ao mesmo tempo, convivendo com incertezas.

O Setor Privado se debate buscando rumos para sobreviver, tece soluções, inova, promove mútuas colaborações. Inspira e transpira. Nos Três Poderes, que têm por função e mandato o dever guiar, orientar e conduzir, os exemplos são desalentadores: corrupção, desorganização, desentendimentos e desinformações.

É preciso lembrar que “governos não criam riquezas, quem faz isso são o comércio, as indústrias e os serviços”, pontuou Margareth Thatcher.

O Brasil está diante de inédita, injusta e compulsória transferência de renda para os que já têm proteções legais contra o desemprego, as reduções salariais e os benefícios. Derrama contemporânea que ultrapassa limites e traz até nós o ameaçador fantasma da vilania do período barroco da nossa História.

É tempo de cautela e de sacrifícios, mas também de acerto de contas com a ousadia e a temperança. O momento é de vigilância e a ACMinas, enquanto representante de Empresários e Profissionais Liberais, se alinha com a população brasileira para combater quaisquer flexibilizações e privilégios, inaceitáveis, oriundos dos Três Poderes da República”.

Assina a carta aberta o Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas, advogado José Anchieta da Silva

Belo Horizonte, 23 de dezembro de 2021

José Aparecido Ribeiro é jornalista e diretor da ACMinas

www.zeaparecido.com.br – WhatsApp: 31-99953-7945 – jaribeirobh@gmail.com

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