MINAS CONEXÃO | Construção de fábrica da Heineken em Pedro Leopoldo sob ameaça do ativismo ambientalista

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Construção de fábrica da Heineken em Pedro Leopoldo sob ameaça do ativismo ambientalista

ICMBio embarga fábrica da Heineken em Pedro Leopoldo e população sai em defesa da empresa cervejeira. Em risco,  investimentos que somam mais R$3,5 bilhões, e a geração de 3 mil empregos

Foto: Linha de Produção da Fábrica da Heineken Nova Iguaçu – RJ

No Brasil tudo é possível em se tratando dos xiitas do meio ambiente. Eles barram entradas que precisam ser construídas, eles barram aeroportos, hidrelétricas, fábricas que irão gerar emprego, renda e impostos. Eles só não barram as ONGs estrangeiras interessadas nas riquezas do país que eles juram defender. Raramente agem em defesa do meio ambiente, estão sempre defendendo os próprio egos e os umbigos perdulários.

É um bando de preguiçosos (salvo honrosas exceções) sem o que fazer, que vivem dependurados em institutos como sanguessugas, posando de santos e de defensores da natureza. Como não precisam de trabalho, acham que são mais importantes do que os outros, estão se lixando para o desenvolvimento do país. Isso não muda nada a vida deles. Uma fabrica a mais ou a menos não tem a menor importância.

Para o azar dos moradores do Vetor Norte da Capital Mineira os xiitas pediram embargo da fábrica da Cervejaria Heineken que está em fase de terraplanagem em Pedro Leopoldo, sobre o argumento de que os estudos de impacto ambiental não foram bem feitos e de que o lençol freático pode ser prejudicado, ainda que, pasmem, a água para a produção da cerveja vá ser fornecida pela Copasa – Empresa de água e saneamento do Estado de Minas.

População reage e quer a construção da fábrica de cervejas em Pedro Leopoldo – MG

Foto: Planta do local onde será construida a fábrica em Pedro Leopoldo

Eles sempre acham que são os donos do pedaço e que estão fazendo o bem para a coletividade. Só que desta vez a população acordou em tempo e reagiu contra o radicalismo que é marca registrada de ambientalistas ativistas de esquerda que dominam o setor do meio ambiente.

Há duas semana o Movimento entitulado #euqueroaHeinekenaqui ganhou as páginas das redes sociais. Organizado por lideranças de diversos segmentos da sociedade civil, o movimento reagiu e vai reivindicar os direitos da livre iniciativa e do desenvolvimento da região, atacada pelo radicalismo ambiental.

O movimentação teve início no dia 22 de setembro, tão logo as lideranças tiveram notícia que a fábrica da Heineken havia sido embargada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

De acordo com os participantes, pelo menos por hora, o desejo é de elucidar os fatos e promover o diálogo sobre os impactos negativos que o cancelamento da instalação do empreendimento pode causar na região.

Se a fábrica não for construida em Pedro Leopoldo poderá sair de Minas Gerais

Foto: Cerveja Heineken estupidamente gelada

Se Pedro Leopoldo não for a sede da cervejaria, é evidente que outras cidades vão querer, e esta é a preocupação dos moradores com a interferência do ICMBio. Isso significa perdas socioeconômicas para todo o Vetor Norte da Capital. A principio, o movimento não quer briga, embora com essa turma a possibilidade de diálogo seja bastante restrita.

O ICMBio enviou ofício à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) questionando as licenças prévias concedidas em âmbito estadual. Na avaliação feita pelo ICMBio as informações são insuficientes e o estudo feito pela empresa contratada pela Heineken, a Pöyry Tecnologia, multinacional finlandesa de consultoria e serviços de engenharia não servem.

As licenças comprovam que a Heineken, atendendo a DN COPAM 217 /2017, apresentou todos os estudos referentes ao empreendimento, que por sua vez foram analisados e aprovados pelos técnicos da Semad. Ou seja, tem interesses inconfessáveis por trás desta investida do ICMBio, só não vê quem não quer.

 

Foto: Fábrica da Heineken em Itu – SP

Repare que as estimativas de investimentos diretos na construção da fábrica são de R$3,5 bilhões, com a geração de 350 empregos diretos, e mais de 2000 postos de trabalho indiretos, além dos reflexos positivos na economia das cidades do Vetor Norte, que terão valorização imobiliária e serão sede de empresas ligadas ao empreendimento.

O que existe diante dos fatos é uma discordância entre o órgão responsável pelo licenciamento ambiental em Minas Gerais e o ICMBio, que aposta na inconsistência dos estudos. A Heineken agiu na legalidade e teve as licenças prévias e de instalações concedidas pelo órgão responsável. Indícios claros de embargo político por parte do órgão federal que é notoriamente aparelhado por ativistas de esquerda.

Nota de esclarecimento do Movimento a favor da instalação da fábrica

Nos perfis oficiais, o movimento #euqueroaHeinekenaqui esclarece que: não há nenhuma intenção de julgar as ações do ICMBIO ou minimizar a importância dos assuntos relacionados ao meio ambiente.  As postagens visam ajudar e cobrar dos órgãos responsáveis celeridade e máxima coerência nos julgamentos, além de esclarecimentos do que precisa ser atendido por parte da empresa para que as obras sejam restabelecidas dentro de um equilíbrio socioeconômico e ambiental, e urgentemente.

Acompanhe o movimento #euqueroaHeinekenaqui

Acesso o link https://linktr.ee/euqueroaHeinekenaqui para obter informações: O movimento conta com vários interlocutores preocupados com as consequências deste embargo na direção da empresa cervejeira que escolheu Pedro Leopoldo como endereço para a sua nova fábrica.

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