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Nem tudo está perdido na imprensa mundial, apesar dos “jabazeiros” que confundem jornalismo com publicidade

O principio basilar do jornalismo é a equidade entre partes envolvidas numa matéria e o direito ao contraditório, sem expressões emocionais e nem manipulação da semiótica pelo jornalista

Para quem não sabe o significado de “jabá”, trata-se dos veículos de comunicação que aceitam matérias compradas, sem informar ao público que se trata de publicidade, e não de jornalismo.

Quando o veículo com a conivência do repórter ouve apenas um dos lados e assassina o principio basilar do jornalismo que é o do contraditório, desconfie do que você está vendo na TV, ouvindo no rádio e lendo dos portais de notícias, pois nem sempre é jornalismo, costuma ser publicidade ou narrativas disfarçadas com propósitos particulares, eventualmente escusos.

Este comportamento cada vez mais recorrente é um desvio ético gravíssimo, que atenta contra a deontologia da profissão. O que se viu durante a pandêmica e no processo eleitoral brasileiro de 2022, entrou para a história do jornalismo com o maior desserviço já prestado pela imprensa e a um país democrático.

A prática é também conhecida como “jabaculê”, ou no popular, suborno para desinformar ou alcançar benefícios, via de regra, ilícitos por meio da prática de tráfico de influência e formação de opinião torta, podendo chegar ao extremo da doutrinação de incautos que confiam cegamente na imprensa.

Não é segredo para ninguém minimamente informado que a indústria farmacêutica e a esquerda brasileira despejaram recursos na mídia para alcançar seus intentos nos últimos três anos, vendendo vacinas e retomando o poder. Não por acaso foi criado um tal “consórcio de imprensa”, que de republicano e democrata, não possui nem vestígios.

O vídeo mostra que ainda existem jornalistas independentes comprometidos com a missão de informar, doa a quem doer. Uma entrevista que confronta a verdade com quem parece estar acima dela. Neste caso, o multi bilionário Bill Gates que hoje se transformou no maior investidor de “vacinas” do mundo. Evidente que os lacradores de plantão, incluindo uma tal agencia Lupa, a serviço do consórcio, vai dizer que não é bem assim. Então convido para assistir ao vídeo.

José Aparecido Ribeiro é Jornalista

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